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domingo, 8 de fevereiro de 2015

QUAIS OS EXÉRCITOS EM CONFRONTO?
A nível universal, podemos considerar a existência de 2 únicos Exércitos: O Exército Celeste, hoje, o Exército de Maria e o exército infernal.
Estes dois exércitos só se formaram a partir do momento em que se deu a revolta dos anjos que seguiram Lúcifer, aquando da sua expulsão do Paraíso Celeste, e passaram a ser conhecidos por anjos caídos, ou demônios.
O Exército Celeste foi comandado por Deus Pai, "O Senhor dos Exércitos" a partir desse momento e até a Assunção e Coroação da Virgem Maria, como Rainha de Todo o Universo. Depois, a Ela foi entregue o comando desse Exército, pois a Ela coube a tarefa de esmagar a cabeça da serpente, que no texto Bíblico personificou toda a hoste infernal. 
O exército infernal foi encabeçado por Lúcifer, que queria dizer "anjo de luz", mas que, perdendo esse título, passou a ser conhecido pelo "príncipe das trevas", a serpente, o demónio, o diabo, satanás, o macaqueador de Deus, o dragão vermelho, a besta infernal.
Este exército das trevas é composto por todos os demônios do inferno, mais aqueles que se transformaram nos espíritos malignos, que são os homens e mulheres que lá foram caindo ao longo dos séculos, que por suas vidas e por sua vontade, renegaram a Deus e não quiseram com Ele habitar na Vida Eterna. 
A estes espíritos infernais, ainda temos de adicionar todos os homens e mulheres, ainda vivos, que aqui na Terra servem a satanás, de livre vontade, porque também de livre vontade voltaram as costas a Deus, à Sua Igreja e aos Seus Mandamentos. Estes são os filhos espirituais de satanás, ou filhos do diabo, de que nos falam os Evangelhos. A este exército de espíritos infernais, devem-se na maioria dos casos juntar os exércitos das diversas nações terrestres, que normalmente se encontram ao serviço do mal, da dominação, da ganância, do lucro, do dinheiro, do poder econômico, da exploração, etc..

Este exército infernal tem por objetivo destruir Cristo, criando no seu lugar um falso Cristo, de destruir a Igreja Católica, de destruir a humanidade inteira e o planeta Terra, e ainda de enganar e condenar ao inferno o maior número de almas que lhes for possível.

Enquanto no Exército de Maria se combate pela Salvação das almas, através da Verdade e do Amor, no exército infernal, luta-se pela perdição das almas, através do engano e da mentira. As armas, os meios e os objetivos destes dois exércitos são opostos e antagônicos, e não há nem nunca poderá haver nenhum ponto em comum.
O Exército de Maria é diversificado, a sua composição é heterogênea, pois nele militam os Anjos de Luz, os Santos do Céu, as almas Santas do Purgatório e os filhos de Maria que ainda habitam a Terra. Assim, podemos falar nos Exércitos de Maria, no plural, pois plural é a natureza daqueles que o integram. Podemos assim falar do Exército Celeste de Maria, constituído pelo Exército Angelical e o Exército dos Santos, do Céu e do Purgatório. Podemos falar doExército Terrestre de Maria, no qual também podemos distinguir várias categorias, consoante as suas diferentes Missões e consoante os diferentes Planos que a Virgem Maria tem para cada um deles!
Não pense quem queira aderir ao Exército de Maria, que vai receber um diploma e cartão de aderente, pois a única coisa que receberá é participação da Paixão de Cristo, e Graças Especiais para suportá-la com Amor, para a unir à do seu Senhor e Salvador.
Não pense quem queira aderir ao Exército de Maria que vai fazer parte de uma base de dados e de um extenso ficheiro de participantes, pois esta adesão dá-se a nível Espiritual, e não haverá nenhum homem que lhe dirá que, agora sim, pertences ao Exército de Maria. Só Ela, a Virgem Maria, lhe dirá no íntimo do seu coração, se de facto pertence. Será sempre uma adesão individual e secreta, uma adesão e uma união inabaláveis com a nossa Mãe do Céu, a Rainha de Todo o Universo.
Tudo será na pequenez, na humildade, no silêncio, na abnegação, na determinação, na Fé, na Esperança, na Caridade para com o próximo, no testemunho de vida cristã, na evangelização discreta, mas sincera e de coração, na partilha de bens, na oração, no jejum e na penitência, no recurso aos Sacramentos e aos Sacramentais. De todas estas coisas pequenas e apagadas, nasce a Força Indestrutível deste Exército de Maria.
A Virgem Maria, quer ser Mãe de todos os homens, mas infelizmente, nem todos os homens querem ser filhos de Maria. Por isso, filhos de Maria, só o são aqueles que de coração a aceitam por Mãe.
O primeiro grande passo para uma alma se tornar verdadeiramente Filho de Maria, é o de se Consagrar ao seu Imaculado Coração. Este é o início da caminhada. Tal como Maria deu o seu a Deus Pai, quando o Arcanjo São Gabriel lhe anunciou que ia ser Mãe de Deus, também nós temos de dar o nosso Amem. Está chegando o tempo, em que todos os Filhos adormecidos de Maria, têm de acordar. Todos estão sendo chamados a deixarem para trás as comodidades, os hábitos de vida, os prazeres, os pequenos ou grandes vícios, e a integrarem o Exército Terrestre de Maria. Está chegando a hora de todos os desportistas da religião e da boa vida civil, abandonar esse seu estado letárgico e distraído, e ingressar neste Exército Vitorioso de Maria. 



O PERIGO ISLÂMICO
Enquanto o Ocidente, indolente frente ao perigo, abre as portas para o mundo maometano, o terrorismo ataca-o e planeja dominá-lo, ao mesmo tempo em que os cristãos são massacrados no Oriente.

Nos tempos atuais, chegam-nos todos os dias ao conhecimento notícias de cristãos que são perseguidos cruelmente, martirizados e degolados no mundo maometano; que têm suas filhas estupradas, vendidas como escravas sexuais, e suas moradias destruídas.
Chegam-nos também com frequência notícias dramáticas de imagens sacrossantas profanadas, bíblias queimadas e igrejas católicas incendiadas por bárbaros
islamitas radicais.

Em certos países muçulmanos que seguem a Sharia (lei islâmica) não é permitido sequer ostentar qualquer símbolo católico, como, por exemplo, uma correntinha com a cruz ao pescoço, a medalha de Nossa Senhora ou de algum santo. 
Enquanto muçulmanos agem assim em seus países em relação aos cristãos, por que nas nações ocidentais se permite que eles possam usar e abusar de todos os direitos e desfrutar de toda liberdade, inclusive a de construir mesquitas ou “centros culturais”, que frequentemente são lugares para formação de terroristas?
Sim, porque neles se ensina o Alcorão, o qual prega o ódio implacável ao Cristianismo.

Se não há reciprocidade da parte deles, por que então lhes abrir de par em par as portas? Será que não se percebe a gravidade do perigo islâmico?   Não se percebe o quanto tal abertura, em nome do relativismo e de um ecumenismo irenista, representa de terrível ameaça?
Há uma ilusão de que a guerra atual não é aquela declarada pelo Islã ao Ocidente, mas uma guerra travada dentro do mundo muçulmano, e que a única maneira de salvar-se seria ajudar o Islã moderado a derrotar o Islã fundamentalista,
Mas o fim comum a todo o Islã é a conquista do Ocidente e do mundo. Quem não compartilhar esse objetivo não é um moderado, simplesmente não é um bom muçulmano.


Só agora as agências de inteligência ocidentais começam a levar a sério as ameaças de Abu Muhammad al-Adnani [foto ao lado], contidos em um comunicado multilíngue difundido em 21 de setembro de 2014 pelo quotidiano online “The Long War Journal”.
“Conquistaremos Roma, espezinharemos suas cruzes, faremos escravas suas Agencia Boa Imprensa mulheres com a permissão de Alá, o Altíssimo”
O fanatismo não é a afirmação da verdade, mas o desequilíbrio intelectual e emotivo que nasce do distanciamento da verdade. E só há uma verdade em que o mundo pode encontrar a paz, que é a tranquilidade da ordem:
Jesus Cristo, Filho de Deus, em função do qual todas as coisas devem ser ordenadas no Céu e na Terra, a fim de que se realize a paz de Cristo no Reino de Cristo, apontada como o ideal de todo cristão pelo Papa Pio XI em sua encíclica Quas Primas de 11 de dezembro de 1925.
 Por isso levantemos ao alto aquele Crucifixo que o secularismo e o islamismo rejeitam e façamos dele uma bandeira de vida e de ação.
“Nós — dizia São Paulo — pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os gentios” (I Cor 1, 23). Poderíamos repetir: “Nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os muçulmanos e loucura para os laicistas”.